terça-feira, setembro 07, 2010

Destino

Caís sem forças para alevantar
Sem ninguem que dê uma mão para agarrar
Bates com força os pulsos no chão
Fazendo a poeira pairar

Tentas pedir socorro, mas ninguem te vai ajudar
Riste-te feita parva a pensar no que fizeste
Não olhas mais atrás, tentas mudar o oposto
Mas não disfarças as lágrimas caidas do teu rosto

Tentas alevantar-te outra vez
Mas o resultado é obvio, caís de novo no chão
Ouves o apito do barco, que está no mar a navegar
Alevantas o braço, e gritas : Maldição !

Sorris outra vez porque estás sem energia
Esse sorriso é falso, não é de alegria
Tu não enganas ninguem quem te viu e quem te vê
De menina rebelde, que agora crê

Estás diferente, alevanta-te logo
Tens a minha mão para te ajudar
Agarra-a enquando podes
Para os teus objectivos alcançar

Erguida te pusseste, agora vai !
Corre na direção oposta
Daquele barco a navegar
O destino te procura , tenta o encontrar.


                                                                     Autoria de : Tomás Oliveira



2 comentários: