No céu nublado, abre-se uma luz
Daí origina uma rosa misteriosa
Supostamente dádiva de senhor
Rosa esta que foi cravada na sua cruz
Segurei-a na minha mão e esmaguei-a
Cravando os espinhos na minha pele
Olhei para o céu enquanto as petalas voavam
Senti-me incomodado por aqueles que me olhavam
Olhei para o chão só restava pedaços
E o meu sangue, que preenchia a minha visão
Será que senhor se zangará comigo ?
Não quis saber, afinal de contas acabei com os laços
As pessoas continuavam a prender-me com o olhar
Que será que fiz eu de mal ?
Não compreendo, nem quero compreender
Quero que elas vão para o inferno! Lá irão entender!
Entender a angústia que eu sinto
Niguem percebe! Niguem percebe!
Nem eu percebo, mas um dia prometo que entenderei
A razão disto, do meu viver
Esta rosa pudia ser um sinal
Mas se for, já é tarde para saber
Agora volta tudo ao zero
Aqui vou eu, solitário, compreendendo o que tenho de compreender
Autoria de : Tomás Oliveira
Está incrivelmente forte! Muito bom!
ResponderEliminarAMO-TE MEU VERDADEIRO POETA!
- tão... profundo amor! - está lindo *-*
ResponderEliminar- amo-te pai poeta (já sei a quem saio ;b)